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    Quadrilha Assum Preto - Arraiá do Povo

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    Arraiá do povo - Quadrilha Século XX

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    Arraiá do Povo

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    Aracaju Saint Johns Festival Atalaia

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    Caranguejo

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    Folclore

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    Folclore - Laranjeiras

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    Folclore - Lambe Sujo e Caboclinhos

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    Folclore - São Cristóvão

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    Guerra de Buscapés - Estância

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    Guerra de Buscapés - Estância

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    Laranjeiras - Igreja da Comandaroba

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    Laranjeiras - Igreja Matriz do Sagrado Coração de Jesus

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    Mercado Antônio Franco

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    Praça São Francisco

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    Renda Irlandesa

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    São Cristóvão - Pátio Conjunto Convento do São Francisco

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    São Cristóvão - Praça São Francisco

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    São Cristóvão

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    Museu de Arte Sacra - São Cristóvão

FESTAS JUNINAS
Durante todo o mês de Junho, Sergipe vira um imenso arraial para celebrar os três santos: Santo Antônio, São João e São Pedro. A diversidade do festival junino em Sergipe é o que garante o melhor São João do Brasil. Cada cidade sergipana celebra as datas com características muito próprias. É um espetáculo variado de cores e sabores para agradar a todos os gostos. Uma grande festa gastronômica segue paralela aos fogos de artifício e às músicas. Destaque para as cidades de Aracaju - onde se brinca o Forró Caju e o Arraiá do Povo até o sol raiar - e Estância - com seus sensacionais shows pirotécnicos e tradicionais grupos folclóricos.
QUADRILHA
A dança surgiu na França, no século XVIII, e chegou ao Brasil no século XIX, com a vinda da Corte portuguesa. Logo, essa dança de salão, típica da nobreza, foi adotada pelo povo brasileiro e espalhou-se pelo país, transformando-se em fator de identidade cultural dos festejos juninos. Os dançarinos desenvolvem a coreografia em dois cordões, compostos por pares, sendo dançada em homenagem aos santos Santo Antônio, São João e São Pedro.
CULINÁRIA
A diversidade de Sergipe não se prende somente à natureza. Na culinária, o Estado tem também uma grande variedade a oferecer.
São famosos os caranguejos - para os sergipanos o favorito entre os tira-gostos -, camarões e frutos do mar em geral, base para deliciosos pratos como a casquinha, a moqueca e a fritada.
A cozinha regional é caracterizada pelo tradicional Café Nordestino com delícias como a carne do sol, a torta de macaxeira com charque, o cuscuz, o beiju e outras delícias da típica cozinha sergipana.
Frutas tropicais também não faltam: coco, caju, maracujá, manga, umbu, pitomba e laranja são transformados em deliciosos sucos, doces e sobremesas.
CANGACEIROS
Em 1960, Azulão, um dos homens de Lampião, formou um grupo composto de 17 homens e 2 mulheres (representando Maria Bonita e Dadá), vestidos de cangaceiros e, com eles saiu cantando e dançando em ritmo de forró pelas ruas de Lagarto; costume vivo até hoje, revivendo as estórias e histórias de Lampião cantadas e decantadas em prosa e verso. Em Sergipe, a manifestação permanece viva nos municípios de Lagarto e Própriá.
O grupo tem como indumentária chapéus de couro enfeitados, camisas de mangas longas com divisas nos ombros, jabiracas coloridas ou lenço no pescoço, cartucheiras, espingardas e sandálias de couro grosso.
LAMBE SUJO E CABOCLINHO
São dois grupos folclóricos unidos num folguedo que se baseia no episódio da destruição dos quilombos. O grupo é formado por meninos e homens totalmente pintados de preto, usando uma mistura de tinta preta e melaço de cana-de-açúcar para ficar com a pele brilhosa. Eles usam short e um gorro de flanela vermelha. Nas mãos, uma foice, símbolo de luta pela liberdade. Fazem parte do grupo o Rei, a Rainha e a "Mãe Suzana", representando uma escrava negra.
Após uma alvorada festiva, os Lambe-Sujos saem às ruas, acompanhados por pandeiros, cuícas, reco-recos e tamborins, roubando diversos objetos de pessoas da comunidade que são guardados no "mocambo", armado em praça pública. A devolução dos objetos é feita mediante contribuição em dinheiro pelo proprietário do objeto roubado.
Junto com os Lambe-Sujos se apresentam os Caboclinhos, que pintam o corpo de roxo-terra e usam indumentária indígena: enfeites de penas, cocar e flecha nas mãos.
A brincadeira consiste na captura a rainha dos Caboclinhos pelos Lambe-Sujos, que fica aprisionada. À tarde, há a tradicional "batalha" pela libertação da rainha, da qual os Caboclinhos saem vitoriosos.
O grupo musical que acompanha o folguedo é composto por ganzás, pandeiros, cuícas, tambores e reco-recos.
Hoje, a "Festa de Lambe-Sujo", como é conhecida, tornou-se uma das mais importantes da cidade de Laranjeiras, acontecendo sempre no segundo domingo de outubro.
REISADO
O Reisado, de origem ibérica, se instalou em Sergipe no período colonial. É uma dança do período natalino em comemoração ao nascimento do menino Jesus e em homenagem dos Reis Magos. Antigamente era dançado às vésperas do Dia de Reis, estendendo-se até fevereiro para o ritual do "enterro do boi". Atualmente, o Reisado é dançado, também, em outros eventos e em qualquer época do ano.
A cantoria começa com o deslocamento do grupo para um local previamente determinado, onde é cantado "O Benedito", em louvor a Deus, para que a brincadeira seja abençoada e autorizada. A partir daí, começam as "jornadas". O enredo é formado pelos mais diversos motivos: amor, guerra, religião, história local, etc., apresentado em tom satírico e humorístico.
O Reisado é formado por dois cordões que disputam a simpatia da platéia e são liderados pelas personagens centrais: o "Caboclo" ou "Mateus" e a "Dona Deusa" ou "Dona do Baile". Também se destaca a figura do "Boi", cuja aparição representa o ponto alto da dança. Os instrumentos que acompanham o grupo são violão, sanfona, pandeiro, zabumba, triângulo e ganzá.
O Reisado tem como característica o uso de trajes de cores fortes e chapéus ricamente enfeitados com fitas coloridas e espelhinhos.
ARTESANATO
Rico em belezas naturais, Sergipe é, também, o berço de belas manifestações de arte popular. Seus artesãos produzem as mais diversas peças: telas, esculturas, cestaria, rendas, bordados, tecelagem; diversificado artesanato cuidadosamente trabalhado em madeira, couro, cipó e barro.
São famosas as esculturas de Pedro José da Silva - o Ará -, Cícero Alves dos Santos - conhecido como Véio - e Jorge Alves Siqueira - o Zeus -, entre tantos outros. No barro, Beto Pezão - nome artístico que tem origem na moldura exagerada dos pés de suas esculturas, inconfundível característica da sua arte -, Caxoba, Dona Judith, entre tantos outros, produzem peças sacras e populares com características únicas. Ou, ainda, os trabalhos de Mestre Antônio e Pinto, que transformam madeira bruta nas mais diversas obras de arte.
Dona Alzira e Dona Zu são, hoje, as maiores expressões da renda irlandesa em Sergipe; fino artesanato que exige mão-de-obra bem treinada, cuidadosa e paciente. Rendas e bordados em geral, são outro ponto forte do artesanato sergipano. Há também o rendendê, richelieu e ponto de cruz, encontrados em quase todos os municípios do Estado.
Em todo Sertão Sergipano destacam-se trabalhos artesanais em couro, tradição da região. Pedro Seleiro, um dos últimos seleiros de Sergipe, completa meio século de dedicação à confecção.
Na tecelagem, destaque para as redes e os objetos de decoração. A família de Manoel das Redes, pioneiro na fabricação de redes em Sergipe, se dedica até hoje com capricho à confecção.